Category Archives: Meio Ambiente

Ciclo Hidrológico

Publicado em 03/07/2014

Vídeo educativo da ANA que explica O Ciclo Hidrológico. Conheça outras animações da ANA pelos links abaixo:
A Lei das Águas – http://youtu.be/bH08pGb50-k
Comitês de Bacia – http://youtu.be/uRzt9tv0EJU
Cursos da ANA – http://youtu.be/QY13YFJVL1E
Rede Hidrometeorológica – http://youtu.be/Fy01u64q-t8
Ciclo Hidrológico – http://youtu.be/vW5-xrV3Bq4
Outorga – http://youtu.be/FsgkXCf3bic
A Cobrança pelo Uso da Água – http://youtu.be/PgqfCjYwui0
Plano e Enquadramento – http://youtu.be/f2Yj9NYID9w
Segurança de Barragens – http://youtu.be/If57BMOy5Xk
Programa Produtor de Água – http://youtu.be/ATy335tjlIM
Sala de Situação – http://youtu.be/CXyyvvcy_4w

Inscreva-se me nossos cursos gratuitos em: http://www.aguaegestao.com.br
www.ana.gov.br twitter.com/anagovbr fb.com/anagovbr

O fim da era do desperdício

Em duas décadas, diz o economista Gesner Oliveira, em boa parte do planeta faltará água. Para evitar que isso ocorra, há apenas dois caminhos: diminuir o desperdício e aumentar a reutilização

Fonte: Planeta Sustentável

Grandes regiões metropolitanas do mundo podem enfrentar problemas graves de falta de água. O Brasil não está livre desse risco. Para o economista Gesner Oliveira,Ph.D. pela Universidade da Califórnia em Berkeley e presidente da Sabesp entre 2007 e 2010, há duas medidas urgentes a ser tomadas para evitar que a situação atinja o nível de calamidade. A primeira é combater o desperdício. No Brasil, 37% da água tratada é desperdiçada e nem sequer chega às torneiras. A segunda é ampliar a reutilização da água, prática comum nos países que são modelo em abastecimento.

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Proteger as florestas é produzir água

Fonte: SOS Mata Atlântica

Mariana Machado, coordenadora do Programa de Incentivo às RPPNs da Mata Atlântica

Estive na Exposição Itinerante a Mata Atlântica é Aqui no município mineiro de Bicas no dia 20 de agosto, para moderar a roda de conversa sobre a Importância da Mata Atlântica.

A roda contou com a presença de cerca de 20 participantes entre eles, proprietários de terra, secretários de meio ambiente de Juiz de Fora e Bicas, representantes de ONG e Universidades, ambientalistas e profissionais liberais.

Começamos com uma breve apresentação entre os participantes e a motivação para participarem da atividade. A maioria das pessoas demonstrou forte preocupação com a questão da água na região, devido à pouca ou nenhuma iniciativa de saneamento ambiental e proteção de nascentes e cursos d’água, o que acarreta na degradação ambiental e compromete o abastecimento de água nas cidades.

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Estudo mostra que perda de água chega a quase 40% nas maiores cidades do Brasil

Fonte Agência Brasil

A cada 10 litros de água tratada nas 100 maiores cidades do país, 3,9 litros (39,4%) se perdem em vazamentos, ligações clandestinas e outras irregularidades. O índice de perda chega a 70,4% em Porto Velho e 73,91% em Macapá. Os números são do Ranking do Saneamento, divulgado hoje (27) pelo Instituto Trata Brasil, com base em dados do Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento de 2012.

Encontro Nacional pela Mata Atlântica, conhecido como Viva a Mata, ocorre às vésperas do Dia Nacional da Mata Atlântica, em 27 de maio. A situação das bacias e rios do bioma deve entrar nas discussões.

A cada 10 litros de água tratada nas 100 maiores cidades do país, 3,9 litros se perdem em vazamentos, ligações clandestinas e outras irregularidades.

O estudo considerou a perda no faturamento, ou seja, a diferença entre a água produzida e a efetivamente cobrada dos clientes. De acordo com o instituto, o indicador de referência para a perda de água por faturamento é 15%. Dos 100 municípios da lista, quatro têm nível de perda menor ou igual ao patamar. Em 11 deles, as perdas superam 60% da água produzida.

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Dia Mundial da Limpeza em Rios e Praias – DMLRP

mobilizacao20 de Setembro de 2014.

Durante a mobilização, que sempre ocorre no terceiro sábado do mês de setembro, na chegada da primavera, voluntários em todas as partes do mundo vão às praias, rios, praças, parques, cachoeiras e trilhas, coletar o lixo depositado diretamente pelos usuários desses locais ou por descargas originadas por outras fontes.

O evento já envolveu mais de 35 milhões de pessoas em diversas partes do mundo e a longo prazo vem possibilitando mudanças de atitudes e comportamentos em escala global.

A ideia da campanha é simples. Voluntários atuam na limpeza da sua comunidade, transformando o ambiente em um local mais agradável e saudável para viver. As limpezas são coordenadas por grupos comunitários, ambientalistas, colégios, escolas, bandeirantes, departamentos de governos, organizações sociais, empresas e indivíduos comprometidos com a conservação do meio ambiente.

As atividades do DMLRP variam desde a coleta do lixo até campanhas educativas, show de música, exibições fotográficas, plantio de árvores e criação de centros de reciclagem, entre outros. Geralmente, as atividades são realizadas em lugares como: praias, córregos, parques, entre outros definidos pelos comitês organizadores.

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