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Jatos de alta velocidade inativam bactérias em águas residuais | UNICAMP

Um equipamento desenvolvido por pesquisadores da Unicamp visa contribuir para a inativação de bactérias em águas residuais da atividade industrial, da agricultura e do esgoto doméstico, que constituem grande preocupação em termos de saúde pública e comprometem os ecossistemas. De maneira simples, o equipamento propicia a formação de jatos de alta velocidade em um reservatório com água contaminada por uma bactéria, destruindo-a pela combinação de altas tensões e pela indução de reações químicas propiciadas pelo fenômeno da cavitação. “Avaliação de equipamento tipo jato cavitante para inativação de Escherichia coli empregando múltiplos jatos” é a dissertação de mestrado apresentada por Maiara Pereira Assis, sob orientação do professor José Gilberto Dalfré Filho e coorientação da professora Ana Inés Borri Genovez, na Faculdade de Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo (FEC).

Jato cavitante vem de cavitação, fenômeno que Dalfré Filho vem estudando há 15 anos, sendo esta dissertação mais um dos resultados. “Iniciei as pesquisas no meu mestrado, em 1999, então para investigar o fenômeno em estruturas hidráulicas (barragens, vertedores, bacias de dissipação), que são feitas de concreto e onde normalmente se registram velocidades elevadas da água. Irregularidades no acabamento do concreto podem levar à formação de bolhas no líquido, que chamamos de cavitação. Assim como a ebulição cria bolhas devido ao aumento da temperatura, a cavitação também, embora a temperatura permaneça constante e a pressão decresça.”

Mais informações: http://www.unicamp.br/unicamp/ju/607/jatos-de-alta-velocidade-inativam-bacterias-em-aguas-residuais

professor comenta importância das águas da Amazônia para ciclo hidrológico do Brasil

O professor da Universidade Federal do Pará, Francisco de Abreu, comentou sobre as dimensões do Aquífero Grande Amazônia e destacou a importância das águas da Amazônia para o ciclo hidrológico de outras regiões.

Ouça agora mesmo os conteúdos produzidos pelo projeto Podcast Unesp e semanalmente publicados na Web Rádio Água: http://goo.gl/FtgW3c

Cisterna-calçadão

Tecnologias sociais são iniciativas chave para o programa Água Brasil. À medida que nossos técnicos atuam pelo país, estamos listando diversas tecnologias para conhecimento de nossos leitores aqui no blog.

A tecnologia deste post é a cisterna-calçadão, voltada para a região do semi-árido. Essa técnica capta a água de chuva por meio de um calçadão de cimento de 200 m², construído sobre o solo. Com essa área do calçadão, 300 mm de chuva são suficientes para encher a cisterna, que tem capacidade para 52 mil litros. Por meio de canos, a chuva que cai no calçadão escoa para a cisterna, construída na parte mais baixa do terreno e próxima à área de produção.

O calçadão também é usado para secagem de alguns grãos como feijão, milho e raspa de mandioca. A água captada é utilizada para irrigar quintais produtivos, plantar fruteiras, hortaliças e plantas medicinais e para criação de animais.

Confira abaixo o processo de construção de uma cisterna-calçadão:

Fonte: http://www.blogaguabrasil.org.br/agua/cisterna-calcadao-um-bom-plano-para-o-futuro/

Projetos ajudam a recuperar mananciais contaminados e a usar água de forma sustentável

Aprender a usar a água de forma sustentável e recuperar mananciais já contaminados são algumas das iniciativas apresentadas no programa dessa semana. Em Brasília (DF), o projeto “Água Sustentável: Gestão Doméstica de Recursos Hídricos” ajuda a combater o desperdício de água potável e evita a contaminação dos mananciais por esgoto doméstico. No projeto “Água é Vida”, realizado em Matelândia (PR), a equipe da Emater ensina técnicas de recuperação e descontaminação de áreas de nascentes de água. Já o “Programa Produtor de Água”, também de Brasília (DF), recebe o suporte de várias entidades e técnicos da Agência Nacional de Águas (ANA) para que os produtores rurais deem o tratamento adequado às nascentes.

Produtores economizam e aumentam o volume de água em propriedades

Fonte: G1

Estudo monitora há dez anos a vazão de um rio próximo a Brasília. Projeto orienta agricultores a economizar e otimizar o uso da água.

Existem especialistas constantemente de olho no nível dos rios. Em uma bacia experimental da Embrapa, no Distrito Federal, 100 quilômetros quadrados de área são monitorados há 10 anos. A ideia é acompanhar como os ciclos d’água estão se comportando em uma região agrícola do Cerrado.

O pesquisador Jorge Furquim, da Embrapa,  é responsável pelo monitoramento, feito no Rio Jardim, em Planaltina. O rio pertence à Bacia do São Francisco. Um pequeno aparelho com uma hélice, chamado de molinete hidrométrico, é colocado dentro da água pra medir a velocidade do rio em diferentes pontos. Outra aparelho registra o nível da água.

“Hoje estão passando 500 litros por segundo nesse curso  de água. Há dez anos atrás, nessa mesma época do ano, estava passando em média, cerca  de 700 litros por segundo. O que nos traz uma interrogação a respeito do que está acontecendo com esse rio, uma vez que a bacia também não está mudando suas características de uso. Mais de 90% da área dessa bacia é usada pra agricultura”, avalia.

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Preservar Nossa Riqueza

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